sábado, 14 de março de 2026

Perguntas repelentes LXXIX - Quem é que depende mais do petróleo, os "sujeitos passivos" ou os estados "nacionaes" que "ativamente" os exploram?

... ora... a resposta devia ser "óvia"... quando mais de metade do preço do "pitrol" é imposto pelo e para o estado... que jamais fomos tod@s "nózes"... como falou Zaratrusta (o persa?!)... mas a época da "objetividade" já passou uma vez mais outra vez (!)... ... e foi sepultada há mais de duas décadas a esta parte... "objetivo" é agora uma vez mais outra vez o que a "boa" propaganda diz  à chaque moment... essa propaganda "scientífica" da moral laica... toda a história ser de novo uma vez mais outra vez (!) falsa a priori... isso não foi assim... quem disse foi outro... ou ninguém... ou o "sistema"... o que foi dito ou aconteceu não foi assim... nem sequer ivstamente bem assim... foi sempre assado, cozido, grelhado, frito. escalfado, estufado.. et caetera... nunca assim nem bem assim... mas eu... moi-même... euzinho que ainda existo... apesar da condenação à "morte perpétua"... disse "exatamente" assim vai para 15 anos... e transcrevo o que até ver ainda pode encontrar-se aqui... pelo menos até ao "desvelamento quântico" das velhas passwords... mesmo aquelas que parecem redacções de mentecaptos... de gente disposta a queimar tempo que é vida...prometido já para ontem e anteontem (!)...


A Escolha 

Valdemar J. Rodrigues
24 de Setembro de 2011

Publicado no defunto Jornal Oeste Online
(cujo arquivo talvez ainda se mantenha, porém offline)

Por mais que as ilusões toldem a visão, resta aos povos de todos os países uma escolha derradeira: ou continuam à mercê dos Estados-nação, alimentando o processo de autofagia em curso e sem fim à vista; ou tomam consciência das ameaças e se unem globalmente para evitar o desastre humano que se avizinha. É uma escolha tremendamente difícil, pois o mundo está hoje transformado num imenso parque dos horrores, cheio de ilusionistas e de “efeitos especiais”. É claro que à plutocracia reinante (constituída por “aqueles a quem devemos” e que, por razões de segurança, se escondem na sombra dos “mercados”) interessa que os Estados nacionais levem a cabo a sua missão até ao fim, e que finalizem o trabalho sujo que iniciaram, mais ou menos conscientemente, há algumas décadas atrás e para o qual foram devidamente financiados, em particular através dos partidos políticos nacionais e das respectivas centrais multinacionais, durante o chamado “período da descolagem” - período que ficou, enganadoramente, conhecido por globalização. Convém pois à plutocracia que o Estado aplique todo o poder coercivo ao seu dispor (incluindo o militar) contra o seu próprio povo, tarefa hoje extremamente facilitada com a profissionalização do serviço militar, o fim da respectiva conscrição e a privatização da “violência”, outrora monopólio do Estado. Os militares obedecem ao Estado nacional e este, por sua vez, obedece à plutocracia. Isso quer dizer que os militares, na realidade, já obedecem à plutocracia, aos que desejam tomar posse de “terrenos limpos”, livres de qualquer “substância” humana organizada. É muito arriscado “comprar” uma casa, neste caso regiões inteiras e países, com inquilinos lá dentro: convém que sejam destruídos pelas autoridades competentes, os Estados, o que está a acontecer rapidamente, com a ajuda das agências de desinformação e dos muitos agentes ao serviço da desordem e do caos social. Só o caos social pode fundamentar uma acção repressiva e autodestruidora do Estado, consubstanciada num absurdo ataque contra o seu povo. Somente depois do caos se poderá instalar convenientemente a nova ordem. E o que podemos fazer? - pergunta-se. Como evitar que este rumo se torne inevitável? A resposta é a seguinte: somente através da tomada de consciência e da união supranacional dos povos de todo o mundo afectado. Um esforço sobre-humano que necessitará da ajuda de muitos homens e mulheres de paz. De pessoas capazes de tornar mais resilientes as sociedades nacionais, impedindo-as de se autodestruirem com a ajuda da força brutal dos respectivos Estados que, mais ou menos pacificamente, consentiram um dia em erguer no seu seio. O que está hoje em causa não é uma luta entre países, nações, regiões ou culturas humanas, mas sim uma luta muito discreta e singela entre algumas dezenas de famílias de titãs que têm um único objectivo: dominar o planeta. Planeta cujos povos se empenham há muito em devassar moral e materialmente, acreditando, e com alguma razão, que a autoculpa é o melhor paralisante da acção humana. Ser hoje contra “alemães”, “russos”, “chineses” ou “norte-americanos” é, como nunca, absolutamente estúpido e inútil, pois apenas serve os interesses de uma plutocracia para quem a pátria é o Universo. Equivale no fundo a ser contra a humanidade. As fronteiras só existem para quem as não pode trespassar, e a plutocracia reinante há muito tempo que as ignora. Que não sejamos nós, cidadãos, os construtores voluntários dos muros que um dia hão-de acabar por nos prender. E quanto aos Estados nacionais e seus governos, o que fazer deles? A resposta mais simples seria: tirar-lhe todo o poder e a força que ainda têm, e que entretanto se tornou ilegítima, pois um Estado nacional tem legitimidade quando age em benefício da nação, nunca quando a ataca ou procura destruir. Porém, nem sempre o mais simples é o mais verdadeiro, e os governantes também são, como nós, homens e mulheres, é certo que muitas vezes ignorantes e corruptos (exactamente do tipo que mais conveio à plutocracia durante a “fase de arranque” do processo). Há que começar por fazer uma profunda autocrítica: por que consentimos nós em dar tanta força à ignorância? Há depois que criar e procurar manter os laços de fraternidade com os nossos vizinhos próximos ou distantes e que, tal como nós, sofrem a influência de Estados que em breve se poderão transformar (alguns já se tornaram) em poderosas máquinas de extermínio ao serviço da plutocracia. Não servir o Estado nesse propósito mais ou menos oculto; prescindir do Estado o mais possível na actual fase de iniquidade; não lhe dar razões para criar novas leis (as leis que entretanto criou são mais do que suficientes para que possa carregar “preventivamente” sobre nós em nome de um vago conceito de “segurança nacional”, algo desenhado por tecnocratas e militares ocidentais após o termo da Guerra Fria); denunciar, sempre que possível, os seus abusos de poder e contradições (por exemplo: quem é que hoje depende mais do petróleo, os cidadãos ou o Estado nacional?); apoiar o julgamento criminal dos governantes pelas suas acções corruptas; e obrigá-lo, enfim, a ceder perante a sua única razão de existir: o querer e a vontade de paz que tende a prevalecer nos povos. Pode parecer um trabalho de Hércules, um sonho utópico ou fantasia. Contudo parece-me ser a única saída que actualmente nos resta. O novo mundo necessita, segundo a tecnocracia, de apenas 10% da população actual do planeta, e essa percentagem diminui rapidamente à medida que a tecnologia descobre novas formas de prescindir do trabalho humano. Os programas estatais de combate ao desemprego, por exemplo, não passam de uma farsa que visa unicamente: (i) manter gente inactiva, incapaz e dependente; (ii) justificar as subvenções estatais concedidas às corporações controladas pela plutocracia para criarem e manterem empregos – veja-se, por exemplo, o quanto recebeu por isso até hoje a fábrica de automóveis da Volkswagen, em Palmela!, e (iii) ajudar a manter o défice do Estado, o que mantém a pressão necessária para o constante agravamento dos impostos, acelerando assim o processo de expropriação dos cidadãos (os bens privados perdem o seu valor por falta de investimento na conservação; muitos acabarão mais tarde “nacionalizados” por via das penhoras e serão colocados à venda a preço de saldo). Não se “cria artificialmente” emprego ao mesmo tempo que a economia tudo faz para reduzir a necessidade de mão-de-obra humana. O que os governos há muito deviam ter “percebido” é que, perante a erosão da soberania dos seus Estados, uma erosão vinda “de cima”, a única coisa que tinham a fazer era reflectir “para baixo”, para as sociedades nacionais, a sua crescente condição de governos fracos. Em vez disso deslocaram toda a sua força para “dentro”, esmagando os cidadãos com leis e regulamentos de toda a espécie, e com uma carga fiscal absolutamente avassaladora. Fizeram portanto aquilo que mais convinha à plutocracia, mas ainda assim muitos esperam poder salvar-se! O pior é que poderão acabar no grupo dos outros 90% da população mundial que corre o risco de desaparecer pois deixou de ser instrumentalmente útil. Parece que grande parte do “trabalho sujo” ou já está feito, ou está a caminho de o ser. Talvez alguns governantes ainda consigam perceber a tempo o futuro que os espera, e compreender que trair os seus povos não dá geralmente direito a prémio (mesmo que Roma desta vez lhes pague, dificilmente mais tarde os respeitará). Já não resta muito tempo!

sexta-feira, 6 de março de 2026

Sínteses XXVI - Quem desdenha quer comprar...

 ... barato... é velho e "atual"... por isso... faz o que deves... guarda bem o analógico... não o deites fora nem te desfaças dele... na coisa que parece ter sido ultrapassada pela "tecnologia"... pode estar o que em breve te vai salvar... e sim... está claro... devemos ser nós a salvar as "culturas" uns dos outros... das investidas totalitárias e humanicidas da história... ou dos que historicamente a "governam"...

... se (ainda) puderes planta ou semeia qualquer coisa... este ano de 2026 promete ser um excelente ano agrícola... e não percas muito tempo com "leituras"... em especial de "fake news" com a deste senhor que foi ministro da economia e pelos vistos não sabe que cá na "unidade de exploração .PT" há impostos indirectos, tal como uma miríade de taxas e taxinhas... o que lhe permite afirmar que "Cerca de quarenta por cento dos agregados familiares e das empresas não pagam qualquer imposto" - o que é obviamente FALSO!

quinta-feira, 29 de janeiro de 2026

Perguntas repelentes LXXVIII - Imagine que Tó-zé... por amor ao "povo" e à democracia...

... indígena... para os "salvar"... juntamente com a constitvição "visível" que ainda sobra... desistia da corrida eleitoral e apelava... para o castigar... ao voto em A. Ventura? Era lindo não era? Um "ato" de amor ao "povo" bué mesmo muito extremamente (!) super-heróico... 

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Perguntas repelentes LXXVII - Em face da destruição causada pelas tempestades...

 ... que vai sendo maciça como se vê... por que será que os órgãos de propaganda... aka de "comunicação social"... "paroquiais", municipais, regionais, nacionais e outros que tais... não perguntam aos senhores autarcas pelas obras e investimentos feitos nos seus territórios relacionados com a prevenção e minimização dos impactos das alterações climáticas? E já agora será que podiam também perguntar-lhes pelo que sobre esse assunto disseram durante as últimas campanhas eleitorais? Será que essa coisa da "resiliência" e da "adaptação" só funciona bem no modo "cada um por si" e todos com o estado que é deus com o pai banco, guardião do mistério da fé monetária que nos guia a tod@s, na unidade do espírito santo de orelha da ivstitia?

Leituras do tempo DCCLXXXIII – A Europa das Nações...

 ... aqui... em texto curto mas focado no essencial... como eu gosto... só é pena que hoje pareça quase utopia... 

segunda-feira, 26 de janeiro de 2026

Perguntas repelentes LXXVI - Poderia A Ventura mudar a constituição da coisa ("bacelar-gouveisticamente" "visível" que ainda resta)...

 ... se acaso fosse eleito presidente dela? Iria ele, depois de eleito, renunciar ao cargo, e a que preço para o próprio e o seu partido? Onde encontraria o Chega outro candidato a PM à sua "altura"?  Não seria da mais elementar utilidade democrática o voto em A Ventura para presidente nesta segunda volta?

sábado, 24 de janeiro de 2026

Leituras do tempo DCCLXXX – Anjinhos...

 ... como tu Carlos... um "jovem" com mais de 40 anos desta merda... parecem-me há bué cotas demais... e só lastimo terem tido a sorte que tiveram... ficarem velhos tão precocemente... mostrarem que meia vida mais coisa menos coisa... não lhes bastou para verem o boi que têm à frente... que tenhas sorte é o que te desejo... que a meia vida que te falta ainda te dê a chance de seres jovem... a sério mesmo...

quinta-feira, 15 de janeiro de 2026

Perguntas repelentes LXXV - E qual seria hoje a universal revolta das revoltas estudantis...

 ... senão a revolta dos estudantes das escolas... do estado ou estatizadas... como as ditas "privadas" que obedecem cegamente à ordem "educacional" dada pelo dito cujo... exigirem ser pagos para "aprender"... desde logo porque hoje "o dinheiro comanda a vida" e a maioria dos que (ainda) "ensinam"... isto para não dizer quase todos... o fazem pelo abençoado dinheirinho que o estado "moderno"  tornou "oxigénio da vida"? Como pode ao aprender o que interessa ao "futuro"... e da maneira que ao "futuro" mais convém... uma criança, um adolescente ou um jovem adulto... ser mantido em anóxia durante tanto tempo "letivo"? Não seria justo... mais que justo até... que o "futuro" lhes pagasse enquanto "aprendem" o que ele dita?

segunda-feira, 12 de janeiro de 2026

Sínteses XXIV - A história sem vinho seria insuportável...

 ... "portantos" ... abaixo todas as religiões históricas que o proíbem... incluindo a moderna religião laica que...  além de não o fornecer "encanalizado" aos sujeitos passivos em  os "respetivos"  domicílios fiscais... como seria seu dever... tratando-se de um serviço público para manter a história em movimento... e com ela a dita "civilização"... abusa fiscalmente dele carregando-o de impostos... e veja-se o paradoxo... em nome da nossa saúde & segurança!

 

O velho palhinhas do tempo do "fascismo mau" (!) . 
Fonte: pescado aqui

Sínteses XXIII - Nascer é...

 ... escapar à morte perpétua, a pior das condenações.

terça-feira, 6 de janeiro de 2026

Perguntas repelentes LXXIV - Por que será que os governos da EUpa, nomeadamente o da unidade de exploração .PT, os especialistas mais "credíveis" ...

 ... e... "ovio" est... a propaganda "boa"... só falam das "maravilhas" do investimento estrangeiro na "transição digital"... e não dizem piu sobre os "custos externos" da coisa... não falam por exemplo dos colossais investimentos que vão ter de ser feitos na rede eléctrica... muitos já sendo feitos... não dizem piu sobre o "inevitável" aumento das tarifas eléctricas que tais investimentos implicam... transferindo assim... sorrateiramente... para as famílias e as PME o custo que devia ser suportado pelos "titãs" digitais que ganham com o negócio... os "googles"... "microsoftes"... os bancos que estão neles e com eles... e até o querido estado...  que assim se livra do grosso da despesa... é lindo não é?... e tudo abençoadinho pela UE...

sexta-feira, 3 de outubro de 2025

Leituras do tempo DCCLXXIV – Os "novos" maiores perigos da Europa são "velhos"... e estão "ao leme" das €-unidades de exploração da EUpa...

 ... €-governadas pelo salvífico BCE...  e... e chamemos-lhe agora "soberanistas"... para evitar usar nomes "extremos"...  como "extremamente moderados" (!)...  ou  coisa assim.. mas concordemos que  são de "fato" uma praga...  tal é a sua extrema proliferação resiliente (!)... os cães passam e ladram mas a caravana fica... cada vez mais grave e cheia... e concordemos ainda que a ideia bacoca do "federalismo europeu" nunca foi solução para a Europa... veja-se no que deu o neo-federalismo russo... e no que está dando o neo- "federalismo trumpiano"... liga-se para lá e fala-se com quem manda naquilo... cá na EUpa federada podíamos ter pois claro um Trump II a atender o telefone...  e uma MEGA tão mais maior grande que as dos USA e do PCC... podíamos ter pois claro em Bruxelas um €-Putim tão mais maior forte que o de Moscou... e seriamos finalmente livres e felizes... mas enfim... o Prof. Jan Zielonka tem toda a razão... só que a razão que tem e a "solução" que propõe... uma espécie de "loco-globalismo"...  parece revisitação da malograda "Agenda 21 local"...  que deu no que deu... ou seja... em nada ou em mais do mesmo... mas ainda assim é bonito manter a esperança... como fazem as COPs... talvez a ONU vá ainda a tempo de lançar uma  "Agenda local 22"... ou "quica" 23... 

Leituras do tempo DCCLXXIII – Já viu como a propaganda @ manipula... e satisfaz o seu cliente?

 ... veja por exemplo estas duas parangonas:

Web Summit alerta para "escassez de pistas para jatos privados" em Lisboa

Há jatos privados a mais para a Web Summit: organização recomenda voos comerciais

Qual das duas acha que mais lambe as botas ao seu cliente "atual" ou potencial? Desejado anyway...

Momento diário da gargalhada CLXI - E ainda a procissão do TGV vai no adro...

... o que se passa no dito... perguntas tu?... ai filho... só tarde de mais saberemos... se por cá ainda andarmos... matematicamente é como o NAL... mas levantado ao cubo... na melhor das hipóteses... se quiseres saber mais aproveita porque até ver ainda ainda tens quem te ajude... aqui por exemplo... 

...olha filha... isso das altas velocidades por mim está visto...
 uma gaja ainda mal entrou e já tem de sair...
 é um desconsolo...
coisas promissoras verem-se assim tão depressa...
 desfalecidas... esvaziadas de orçamento...
 murchas a vestirem-se à pressa... 
e a gente quase sem dar por nada... 
sabes...
eu prefiro o regional... 
que nunca me deixa apeada..

Sínteses XXII - Uma IA geral superior à humana?

 ... só mesmo uma que fosse capaz de mentir melhor.

Perguntas repelentes LXXIII - Será que percebeu finalmente a diferença entre "ser de esquerda" e "ser de direita" ou...

 ...ainda não? Ainda é muito nov@ para perceber e... se tiver sorte... talvez nunca venha perceber?

Perguntas repelentes LXXII - Por que será que em Portugal não existe informação sobre o tipo de proprietário das mais de 700 000 habitações que no país estão actualmente vazias de sujeitos passivos?

 ... será que é para esconder a grande responsabilidade dos fundos de investimento imobiliário pela crise habitacional que temos hoje? E para justificar uma absurda necessidade de construir mais casas, ou seja,  de dar ainda mais a ganhar ao sistema financeiro?

quinta-feira, 2 de outubro de 2025

Leituras do tempo DCCLXXII – Ai que meeeeeeeeeedo... da super-IA geral....

Mais um, o Jorge Costa Oliveira, que ainda não percebeu que a inteligência dos humanos históricos não está em aprender a executar regras, leis ou códigos – a jogar enfim – o mais rápida e eficazmente possível. Está em saber fazê-las de maneira que muitos as executem sem pensar – humanos ou máquinas pouco interessa (o escravo humano era a máquina quando ela ainda não existia) – e está sobretudo em saber escapar-lhes... sem que se perceba... No “projeto” “atual” de “sociedade futura” Platão continua bem vivo – ele, os guardiões dos guardiões do mundo e o sonho histórico de, enganando (como nos eugénicos “sorteios” dos casamentos da classe guardiã em teste/!seleção" para a eminência), destruir o livre-arbítrio da “classe inferior” para que a liberdade da “classe superior” possa ser plena e irreversível... a chatice porém continua a ser a Fama... aka Propaganda... e se a IA generativa veio para tratar disso... tenho quase a certeza que não vai conseguir... a liberdade humana passa hoje pela reconexão à realidade... vai ser muito difícil eu sei... mas se não fosse assim também a vitória não seria tão gloriosa...

quarta-feira, 1 de outubro de 2025

Perguntas repelentes LXXI - O fascista em Abril de 1974-75 era outro... será que reparou?... ou será que "já" não tem idade para ter reparado?

 .... o fascista então era chefe ou patrão... andava de mercedes... o 240 D caracterizava-o... era dono de quintas herdades e casais... e grandes casarões em Cascais... lembra-se?... e veja agora... 50 anos depois... onde e como anda e vive o fascista.... teso que nem carapau... sem ter onde cair morto... a votar "massivamente" no "achega achega"... 

é tão curioso não é... o fascista ter mudado tanto e o fascismo tão pouco ou quase nada... de novo outra vez como sempre (!) com Deus, Pátria e Família...  com bué muita (!) carga de "autoridade"... e com uma "liberdade" de arrepiar... a começar pela de expressão...

sexta-feira, 26 de setembro de 2025

Leituras do tempo DCCLXXI – O escrutínio... perdão... a ausência de escrutínio do poder político local pela imprensa local...

 «[...] E é aí [na autarquia] que o jornalismo tem um papel crucial - separar o ruído da substância, escrutinar promessas, revelar intenções. [...]»

Mais um que não descobriu a "roda" depois de ela andar a rodar pelo "paiz profundo" durante duas décadas pelo menos... com rádios e imprensa locais a abandonarem o seu dever de escrutínio do poder político local... jornais em que a própria secção de "política" desapareceu... (se é que chegou a existir alguma vez)...   como este e este para dar só dois exemplos... de um concelho que bem conheço ... inúmeros órgãos de imprensa local subsidiados pelos "poderes" locais... centrais... vergados à receita das "publicidades institucionais"... "jornalistas" em trânsito pela porta rolante que dá para as assessorias municipais... e outras coisas que tais... . por onde tens andado Filipe

terça-feira, 23 de setembro de 2025

Perguntas repelentes LXX - Por que será que a propaganda "boa" ao abordar à "crise da habitação" nas cidades...

 ... com muito raríssimas (!) "escessões"... não dá "espaço" a quem aponta o dedo ao sistema financeiro como seu grande responsável... na EUpa em especial e especialmente na geografia indígena portugaliae?   Ou... por que será que nesta unidade de exploração à beira-mar plantada os cinco partidos do renovado "arco da governação"... "Nuno Melo"+PSD+"A. Ventura"+PS+IL.. por esta ou outra ordem e nomeação... parecem tão "culigados" nesse silêncio ensurdecedor?... atreladinhos que devem andar ao dito cujo... de uma forma ou de outra... ou de ambas as duas formas (!!)... dito cujo que ainda "ontem" dizia que o seu negocio não eram casas... nem "ontem" nem "hoje" nem em 2008, 2009, 2925 ou 2050 digo eu... que nesta matéria sou negacionista... uma infelicidade enfim... um verdadeiro horror... dizer por exemplo que a banca e o "querido" BCE ajudaram imensamente à crise... emprestando dinheiro a rodos e a juros negativos (!!!)... a quem dele menos precisava...  E agora diga-me lá vossa mercê... ou cá como preferir...  após duas gerações endividadas colossalmente...  queria que os moços fizessem outra coisa? Para aguentar o rating da "pátria" tem de ser assim... e veja como ele graçad€u está subindo...  Queria uma Venezuela era?... 

Perguntas repelentes LXIX - O que foi feito do princípio da precaução...

 ... na "transição digital"? Por que se juntou esse "salto no escuro" à tão precaucionária "transição para a sustentabilidade"?

quinta-feira, 11 de setembro de 2025

sexta-feira, 5 de setembro de 2025