"O irritante" - visite e subscreva o canal de vídeopoemas técnicos deste "sujeito passivo" no YouTube em: https://www.youtube.com/@ValdemarRodrigues-zd2uf
segunda-feira, 27 de abril de 2026
sábado, 25 de abril de 2026
Perguntas repelentes LXXXV - Porque será que a propaganda acéfala escreve que a empresa "instalou" feixes hertzianos...
.... da mesma maneira que podia ter escrito que "instalou" raios de sol... como se os feixes hertzianos ou os raios de sol fossem instaláveis e a empresa que os "instala" fosse como o deus-sol dos egípcios... será que é só para poupar nas palavras? Porque não escreveu ela para as "massas"... que não são propriamente "massas" de engenheiros... e de telecomunicações ainda menos... o que seria "correto", ou seja:
«Nos primeiros dias, foram instalados geradores e estações móveis, e estabelecidas ligações por feixes hertzianos e via satélite, entre outros meios.»?
segunda-feira, 20 de abril de 2026
Perguntas repelentes LXXXV - "Bruxelas quer"...
... "Bruxelas pensa"... "Bruxelas assoa-se"... "faz xixi"... "cocó"... será que podia convidá-la para jantar comigo? A sós... os dois... e depois talvez quem sabe eventualmente (!) fazermos truca-truca?
terça-feira, 14 de abril de 2026
Perguntas repelentes LXXXIV - Irá a ordem dos médicos contestar que a "gestão da saúde" seja feita por um gestor financeiro...
... que de saúde nada tem no CV... (a não ser talvez o "fato" de se tratar de um CV bastante "saudável")... tal como a ordem dos engenheiros contestou a ida de um enfermeiro para a gestão de "projetos" de energias renováveis... neste caso para liderar uma "estrutura de missão" já com a morte anunciada... tratando-se aqui de lhe prestar os devidos "cuidados paliativos"... ou seja... de uma situação bem mais compreensível?
domingo, 12 de abril de 2026
Perguntas repelentes LXXXIII - O que será "exatamente" que hoje impede as revistas científicas....
... de usarem a IA para fazer a revisão científica das dezenas de milhares de artigos científicos que todos os dias lhes são submetidos pelos milhões de cientistas das várias áreas científicas em "atividade" no mundo?
sábado, 11 de abril de 2026
Perguntas repelentes LXXXII - E se alguém não gostasse de pessoas...
... mas apesar disso gostasse de seres humanos? Condenado seria certamente, mas "ivris-exatamente" do quê?
segunda-feira, 6 de abril de 2026
Perguntas repelentes LXXXI - Empresas maiores [em quê "exatamente", em comprimento, área ou volume do "negócio"? Em número de "colaboradores"? Em tudo isso estatisticamente agregado e conglomerado?] são mais competitivas e pagam melhor...
... salário aos seus "colaboradores"... e também cuidam para que se pague... aos "sub-colaboradores" migrantes e "distantes"... postos na "fileira do negócio".. perto ou longe das suas "sedes militar e fiscalmente mais convenientes"... usando como padrão o USD?
quarta-feira, 1 de abril de 2026
Perguntas repelentes LXXX - Por que será que em sociedades demo-liberais sob o primado do "state of law"...
... em que se diz haver igualdade perante a lei... quando há "crises inflacionistas"... os preços das coisas e os juros da agiotagem aumentam de imediato... mui legalmente... para o grande número... enquanto os preços do trabalho humano para as produzir e os poder pagar... podem esperar... mui legalmente... até ao fim do "anno civil"... para serem milimetricamente "negociados" em apertada "concertação social"... após a inflação anual ter sido "cozinhada" pelas "autoridades competentes"... inés... euroestates e bancos centrais? Não será isto flagrante inivstitia... ivris-agravadora per se da desigualdade social existente? E um econo-louco poderá até perguntar... muito conspiracionística, populística, extremística e desinformacionisticamente... se terá sido mera coincidência o "comboio" das "crises" inflacionistas mais recentes, a covidiana, a putin-ucraniana e a benjamin-donald-iraniana terem todas começado nos primeiros messes do "anno civil"... um horror portanto... uma tragédia enfim... um desespero desesperado (!)...
terça-feira, 31 de março de 2026
sexta-feira, 27 de março de 2026
segunda-feira, 23 de março de 2026
domingo, 22 de março de 2026
sexta-feira, 20 de março de 2026
As minhas previsões polítco-"apocaliticas" VIII - Os "Winstons Smiths" deste mundo orwelliano em que já vivemos...
... hão-de ter a mesma sorte que o original teve... no 1984 do Orwell. Por isso leiam rápido os candidatos a apagador da memória, "cancelador-vaporizador" de identidades e re-escrevedor da história... antes de juntar-se aos que por aí já pululam... talvez se lerem o final da distopia ainda se salvem... ou se desumanizam e seguem a máquina da frente ou... caso cedam à "tentação" de Julia... pim!
quarta-feira, 18 de março de 2026
Sínteses XXVII - A ciência que descobre para encobrir o descoberto...
A ciência que descobre para encobrir o descoberto
Muitos vêem a ciência como bem abstracto e inquestionável. No entanto, por trás de grandes descobertas, existe um sistema de controlo e silenciamento que lesa o cidadão comum. Eis como funciona o ciclo que privatiza o conhecimento pago por todos.
1. O risco é público
A investigação de base — aquela que é mais cara, incerta e demora décadas — é feita quase exclusivamente em universidades e institutos públicos, financiada pelos impostos do "sujeito passivo". É o estado que paga os salários dos cientistas, os laboratórios e a infraestrutura.
2. Exemplos da perversidade à escala global
Na saúde: Grande parte das vacinas (como as da COVID-19) e tratamentos inovadores para o cancro foram desenvolvidos com milhares de milhões de euros de subsídios públicos. No entanto, as fórmulas exactas são protegidas por segredo industrial. O resultado? Muitos países não podem fabricar as suas próprias vacinas e os sistemas públicos de saúde (como o SNS) pagam fortunas por medicamentos cuja base tecnológica foi paga pelo contribuinte.
Na energia: Muitas patentes (e.g. de painéis solares de alta eficiência, novas baterias de Lítio) surgiram de investigação feita em laboratórios universitários públicos. Contudo, assim que a tecnologia se torna viável, é absorvida por gigantes da energia que impõem cláusulas de confidencialidade. O cidadão paga a investigação e depois paga faturas de energia elevadas para aceder a uma tecnologia que ajudou a criar.
Na tecnologia: Praticamente toda a tecnologia "inteligente" (GPS, Internet, ecrãs tácteis, Siri) foi inventada através de programas de investigação militar ou universitária financiados pelos estados. Hoje, as grandes empresas tecnológicas lucram biliões com estes inventos, mantendo o controlo absoluto sobre o software e o hardware através de segredos comerciais e patentes agressivas. Relativamente aos grandes data centers em cuja construção as ditas "gigantes tecnológicas" se vêm empenhando fortemente, ficam em regra para os "sujeitos passivos" a conta das "externalidades" ambientais, sociais e económicas desses mega-projectos "hiper-escaláveis", nomeadamente o necessário reforço das redes eléctrica e de abastecimento de água e a reconfiguração do dito "mercado de trabalho". Os benefícios numa vez mais privatizados, ao passo que os custos externos e os riscos ficam para o "zé"... incluindo o "zé pagante" da PME "digitalizada"...
3. Duplo pagamento..
O "sujeito passivo" acaba por ser duplamente penalizado:
Primeiro: Paga os impostos que permitiram a descoberta original.
Depois: Paga preços inflacionados pelo produto final, porque a empresa detém o monopólio e o segredo sobre como ele é feito.
4. A falácia da "competitividade"
Os governos justificam este segredo em nome da "competitividade nacional". Mas a verdade é que estas empresas são globais: usam o conhecimento de um país, produzem noutro (onde a mão de obra é barata) e declaram lucros em paraísos fiscais. O benefício real raramente volta para a sociedade que pagou a conta inicial.
5. O silenciamento ético, político e da propaganda
Cientistas brilhantes são muitas vezes obrigados a assinar cláusulas de confidencialidade que os impedem de partilhar dados vitais. Isto trava o progresso da humanidade, pois outros cientistas não podem construir sobre esse saber, sendo forçados a "redescobrir a roda" com mais dinheiro público.
Reitores de universidades, directores de centros de I&D e cientistas em geral, governos, políticos (de um extremo ao outro), lideres de organizações multilaterais e supranacionais (e.g. UE, ONU, FMI) e meios de comunicação social parecem unidos no encobrimento e silenciamento destes factos. Uma vergonha portanto.
Sugestão:

