... não não não não não não não não não não não não não não não não não não não não não não não não não não não não não não não não não não não... é a "verdade" que é não porque seja... mas porque tem de ser... e o que tem de ser tem bué imensa muita (!) força... dá vontade de dizer: vão ensinar "ciência" para aquele sítio... grosso... nem sempre comprido, belo e grosso o suficiente para satisfazer as necessidades básicas humanas... amiúde frequentemente (!) publicidade enganosa... porém todavia contudo (!) sempre suave de chupar até à seiva inclusive... a seiva do instante efémero quente-rijo... firme-"ereto"... logo prestes (|) a "esmolecer"... o pobrecito naturalmente é manhoso... publicidade enganosa como a dos pavões uma vez mais de novo outra vez como sempre (!), etc.
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