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quinta-feira, 10 de setembro de 2026
Leituras do tempo DCCCXLVIII – O juiz irresponsável pela decisão que (já pouco ou nada) decide... tornado incarnação da IA... antes dela ter chegado aos paços...
Escreve assim o advogado (assustado com a IA) em artigo de opinião num órgão nacional da propaganda (aka órgão de "comunicação social") «[..] julgar não é simplesmente apresentar, no final, a conclusão algorítmica. É, antes de tudo o mais, uma atividade humana, em que o juiz assume perante as partes e perante a comunidade a responsabilidade por uma decisão que afeta vidas, patrimónios, liberdades e reputações.» Ora, tirando os erros do "pretugês" acodográico, o ivris-opinador devia em rigor ter escrito assim: «[..] julgar não é simplesmente apresentar, no final, a conclusão algorítmica. É, antes de tudo o mais, uma atividade humana, em que o juiz, por definição irresponsável pelas decisões que profere em juízo, assume perante as partes e perante a comunidade a responsabilidade por elas, que vão "afetar" vidas, patrimónios, liberdades e reputações.» - o que redundaria evidentemente em oxímoro, ou seja, nesse delicioso duplipensar orwelliano que as lideranças totalitárias tanto apreciam... de resto... desde o momento em que surgiu o primeiro "código", o juiz humano começou a tornar-se substituível por máquinas "inteligentes".... e os anos que já lá vão meu Deus... e a quantidade de códigos... fundamentais e "setoriais"... que entretanto apareceram e existem hoy em dia... Dio mio... códigos que podem perfeitamente ser lidos e aplicados por "algoiritmos" de IA... são para aí uns quarenta... "quica" talvez até (!) um "poucochinho" mais!
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