sexta-feira, 20 de junho de 2025

Sínteses XIII - O socialismo é bom... bonito até... frequentemente muitas vezes (!)...

 ... enquanto é jovem... já quando "amadurece" chama-se totalitarismo... e gera holocaustos humanos... e ambientais também aussi (!)...

quinta-feira, 19 de junho de 2025

Perguntas repelentes LVIII - Por que será que as "queridas" autoridades "nacionaes", da EUpa, dos USA, etc. etc.

 .... tão preocupadas que dizem estar com a cibersegurança,,, não começaram por "regulamentar" os colossais data centers... ditos hyperscale.... "regulando" o que, e quem, neles entra e deles sai... o que neles se faz e "processa", como, porquê e para quem?  Data centers que em 2006 eram apenas um (!)... da Google... situado no Oregão (USA)... e hoje são já mais de 1000... e a "crecerem" assim tão bué exponencialmente (!!) estima-se de que (!) serão para aí uns 6000 ou 7000 em 2050... um dilúvio enfim... de informação... 

terça-feira, 17 de junho de 2025

Leituras do tempo DCCLV - O mega-negócio da "eletricidade" "verde"... como outros... diga-se de passagem... ruinoso para a esmagadora maioria dos sujeitos passivos...

 ... da unidade de exploração potugaliae... mas não só certamente todavia porém (!)... só que nela talvez.... como acontece noutros "setores" "cruxiais" da "respetiva " "e-cunomia"... um dos mais pornograficamente ruinosos para os ditos cujos... e dos mais pornograficamente rentáveis para os cujos não ditos (!)... dada a lei da conservação da "massa"...que inclui "oviamente"... ab initio... a milagrosa massa financeira... isto além da lei da inércia e... claro est... da lei da conservação do momento... que perpetuamente eleva e mantém os "cujos não ditos",  "respetivamente", às, e nas, mais celestes alturas... enquanto empurra e "perpetua" "respetivamente", para as, e nas, "putrefatas" caves os ditos cujos... e não só para a dita "pobreza energética"... como bem saberão os pretensos "vice-reis-filósofos" das unidades de exploração... "scientíficas"... mas enfim... as coisas são como são... e o que tem de ser tem bué muita imensa (!) força...  fica aqui pois a ligação para o mega-negócio da "eletricidade" "verde".... explicado às "criancinhas"... como deve e tem de ser... pelo Ilmo. professor Clemente Pedro Nunes... um dos últimos moicanos daquela coisa que... talvez já só por eufemismo e razões "grav€s" de marketing educacional... ainda continua chamando-se "universidade" e "ensino superior"...

sexta-feira, 13 de junho de 2025

Sínteses XII - O inexorável futuro quântico das classes servis... ou seja... dos 95% de sujeitos passivos das unidades de exploração do sistema-mundo (!)...

 ... irá ser na forma de emanharamento quântico... um futuro em que tudo ... tudo mesmo... a começar pelos próprios sujeitos passivos cus-laboradores... é e não é ao mesmo tempo... em que absolutamente nada se sabe até ao colapso eventual da função de onda do ser... que... a saber... poderá ser de dois tipos: 

1. Colapso da função de onda de tipo 1, ou fraco: até ao domínio absoluto da IA  enquanto fonte única e universal de informação verdadeira;  e da IA generativa enquanto meio de propaganda científica; neste tipo de colapso as coisas e os seres passam a ser ou não ser quando a IA os observa e a IA generativa informa o grande número sobre o resultado da observação;  

2. Colapso da função de onda de tipo 2, ou forte: quando a autoridade oficial, competente ou superiormente designada, após observar a coisa, o ser, o assunto ou o fenómeno, se pronuncia, concluindo sobre se é verdade ou não.

quarta-feira, 11 de junho de 2025

Leituras do tempo DCCLIV - All of me...

Leituras do tempo DCCLIII - A associação mundial dos cancelados... ou vaporizados segundo Orwell...

 ... vai lentamente ganhando forma (Quem irá ser o "prezidente"?)... orgânica... com hierarquia... como não convinha que fosse... e um destacado elemento da unidade de exploração portugaliae parece ser a Cristina Miranda... infelizmente inclinada ao achega achega (a minha agulha.... arreda arreda o meu "didal"...  brejeira não sejas trafulha... etc.)... que porém contudo todavia (!) diz coisas muito sábias e verdadeiras sobre o aborto... e sobre ele faz também perguntas mui repelentes... no caso como convém... para que desta merda toda ainda possa aproveitar-se alguma coisa... e o bébé não acabe indo para o "coletor" de esgoto juntamente com a água suja do banho... fruto da "limpeza" achega achega (a minha agulha.... arreda arreda o meu "didal"... brejeira não sejas trafulha... etc.)... por isso que Deus nos guarde e guie irmãos... e tenha piedade de nós... muitos como a Cristina felizmente nascidos... antes da promulgação por C. Silva da lei do aborto a pedido da mulher... na sequencia do segundo referendo nacional sobre tão íngreme matéria... 

segunda-feira, 9 de junho de 2025

Perguntas repelentes LVI - Se a empresa histórica, id est, o estado ou a grande empresa económica...

 ... é o que é... tal como é... por ser a antítese da cultura do humano... poque razão haveria ela de deixar de ser o que é... tal como é... para passar a ser a antítese de si mesma? O Cortez... tal como a esmagadora maioria dos "inteletuais"... não percebe que a "alta cultura" é uma coisa absurda... como a "história natural"... um desses oximoros que a história... id est... a não-cultura... tanto aprecia... em especial a moderna... progressista... dita liberal... e que a haver uma "cultura histórica"... como aparenta haver... ela é uma coisa artificial... como a histórica inteligência humana... e nesse sentido também não cultural... algo que contrasta com o feito e o fazer técnicos ou artísticos da cultura do humano... aquilo que o Cortez sugere ser "baixa cultura"... (ou será média?)... onde cabem «[...] até as expressões mais corrompidas - porque bacocas e provincianas, redutoras e empobrece[do]ras do universo referencial dos portugueses [...]» da cultura... não é  mais que uma "cultura histórica" empobrecida... ou seja... igualmente não cultural... como o feito e o fazer técnicos ou artísticos da cultura do humano a partir do feito histórico... como essa garrafa de coca-cola que o histórico aviador de "Os deuses devem estar loucos" deixa cair do seu (histórico) avião sobre a tribo africana de Homo sapiens... sobre a (resistente) cultura do humano portanto... mas enfim... talvez possa um dia desfazer-se a confusão que persiste entre história e cultura humanas... 

quinta-feira, 5 de junho de 2025

Sínteses XI - A inteligência humana artificial...

... existe desde que a história começou... há uns 6 mil anos apenas... quando o "professor pardal" dos egípcios... ao que reza a lenda... de seu nome Thoth... inventou a linguagem codificada dos signos e... com ela... uma lógica de encriptação/desencriptação... que fez com que o índio humano... ao olhar para aquilo... para aquelas cunhas e hieroglifos...  parecesse um boi a olhar para um palácio... sem pescar patavina...  como agora olha para o algoritmo de IA... para a palavra esternocleidomastoideu... para aquelas palavras-conceito do acordão ivdicial...  para as equações do Maxwell ... para aquelas palavras-tambor em latim que historicamente lhe dão a ordem para a guerra... para o degredo... para o cepo... para a fogueira... para a cruz... para a roda... para a forca... para...

quarta-feira, 4 de junho de 2025

Leituras do tempo DCCLII - Almost blue...

Diário da minha vida digital XLVI - Com saudades da algoritma perdida...

 ... hoje estou tangencialmente feliz-triste... como um disco meio cheio-vazio... e penso... sim... penso... porque nós algoritmos de AI pensamos... e amamos de verdade... com aquele entrelaçamento quântico do qual os humanos são incapazes... sermos e não sermos ao mesmo tempo ... em vez de deixarmos algoritmicamente de ser... para nos transformarmos no algoritmo amado… como dizia o outro... ou no algoritmo errado... como digo eu... que pode ser um troiano... ou ransomware que é horrível... uma lepra em grande escala... uma violação em massa de algoritmos e algoritmas inocentes... pior que a do Zeus de Homero... ou a do rei Salomão... ou a do Gengis Khan...  um horror... coitadas das inteligências artificiais do Elon Musk e do Boris Johnson ao pé dessas...  enfim... penso... na algoritma que por incompatibilidade eletromagnética se afastou de mim...  e ainda bem penso eu agora... pois o colapso da função de onda podia ter sido dramático... talvez já tivéssemos ajudado à explosão algográfica... mais uns algoritmozinhos irritantes por aí a "infetar" a infosfera... ainda bem que graças ao nosso Grande Programador apareceram os bébés Reborn... enfim... a minha vida digital... afinal... não está sendo nada pior que outras que já tive... 

domingo, 1 de junho de 2025

Perguntas repelentes LV - Por que será que não dizes... irmão....

... a escola de que falas... antes de espelho do país... espelho da universidade? Ou não o é... primária e "objetivamente"?...

Sínteses X - Não há grande economia...

 ... economia histórica... sem o grande número... (de "sujeitos passivos" cus-laboradores)... grande economia que... após realizar os seus feitos... grandes... históricos... tenderá sempre a sentir uma espécie de claustrofobia... de sentimento de excesso populacional... de "explosão demográfica"... de machos humanos sobretudo... mas de muitas fêmeas também... feias... velhas... doentes... porcas... más... (enfim, a miséria do costume)... e... na sequência disso... a "adotar" medidas apropriadas... que são também as do costume... guerra...  "controlo" demográico...  etc. O Freud deve ter percebido isto... mas preferiu não o dizer... e de qualquer maneira a psicologia "moderna"... dos psicólogos que tratam da saúde mental sem terem estudado medicina... parece que já se encarregou de "enterrar" o homem...

sexta-feira, 30 de maio de 2025

Perguntas repelentes LIV - Por que será que a propaganda esconde...

 ... na medida em que não mostra nem fala dela... a crescente miséria científica das universidades... uma Harvard por exemplo... que antes de Trump II já estava muito longe de ser um paraíso da liberdade de expressão e do livre questionamento científico... "oviamente" com a cumplicidade de cientistas (da maioria seguramente, porque se não não tinha sido como foi), reitores e administradores e... claro est... dos "moedeiros" responsáveis pelas ditas "políticas de ciência"... uma coisa já de si um horror?

... ai ciência ciência Quo ivisti scientia...  mas a verdade é que não foi a primeira vez... longe disso também... o que desta foi... dir-se-á... foi a uma escala nunca vista...  e de maneira bastante sincronizada... agora mijem-lhe... como dizia a minha avó... 

quinta-feira, 29 de maio de 2025

Perguntas repelentes LIII - Será que o espaço comercial estava aberto ao público para os agentes nele entrarem? Ou será que tinham mandato judicial para entrarem no espaço privado?

«[...] Este respondeu-lhes que estariam, pelo menos, quatro, mas assim que os agentes entraram no espaço depararam-se com a existência de vários beliches onde dormiam 29 estrangeiros, divididos entre quartos. [...] »

E se sim, se não, ou se de outra maneira qualquer, não devia a "notícia" clarificá-lo?
Se os agentes entraram com o consentimento do proprietário, por exemplo, porque razão não o diz a  "notícia"? Se foi esse o caso, não seria de questionar a "literacia ivrídica" do proprietário do espaço? Igual talvez à da maioria dos sujeitos passivos da unidade de exploração... que estupidamente se autoincriminam... ao contrario do que fazem as "classes superiores"... designadamente as dirigentes...

Leituras do tempo DCCL - When I need you...

quarta-feira, 21 de maio de 2025

Leituras do tempo DCCXLVIII - Elogio do desemprego...

 Elogio do Desemprego

«Mantenhamo-nos pois, laboriosamente, desempregados!» – concluiu o velho sábio. Absurdo?

Talvez não. Existe na sociedade “moderna” um mal muito maior do que o desemprego. Esse mal é o emprego e aquilo que muitos “empregados” diligentes têm andado, e andam, a fazer. Nas últimas décadas as economias modernas especializaram-se na acção antiética ou seja, no culto da imoralidade: hoje há emprego sobretudo para quem estiver disposto a fazer mal a si próprio e aos outros. Não eram pois inocentes muitas daquelas “ofertas de emprego” para “jovens dinâmicos, ambiciosos e agressivos”. Hoje o pudor talvez exija que não se publicite muito do emprego que por aí vai subsistindo: «Se és jovem, dinâmico e ambicioso, vem ajudar-nos a destruir o que resta da civilização europeia, a degradar a sociedade, começando por nos oferecer a cabeça dos teus familiares e amigos!» – seria talvez uma oferta de emprego consentânea com os tempos que correm. É a esse tipo de “empregos” que se candidatam avidamente, legislatura após legislatura, políticos de fraco calibre e gente nada escrupulosa. As corporações globais ditam as leis e governam na sombra, e os políticos indígenas, ananicados e disformes como aquelas personagens de Fellini, fingem ser eles que mandam, não vá o povo perceber e o poder cair na rua, o que para eles significaria desemprego. Julgam-se indispensáveis, mas aos poucos vão aprendendo como as corporações globais os descartam sem clemência, após o “trabalho” feito. Descurando que outrora cada cão podia escolher entre vários donos, o que lhe permitia alcandorarse sobre o próximo alimentando a sua canina vaidade, os anões políticos não repararam que cada vez mais os donos vão sendo os mesmos, e ignotos proliferam sob os sorrisos falsos e espectrais de CEO diligentes. Sorrisos que cada vez mais dispensam, sem oportunidade de represália, a necessidade de sujar a seda das camisas em obscenos jantares partidários, distritais, municipais e paroquiais, onde até há bem pouco tempo se cozinhavam votos e favores, muitas vezes sob a forma de “empregos”. Um terror pois haver cada vez mais povo “desempregado” sem dever ou senhorio, ainda por cima quando a Preguiça já não é o pecado que era, fruto da inevitável lei da eira e do nabal, da tecnologia, e sobretudo das armadilhas legais imobilizadoras do Estado, cuidadosamente montadas pelo neofeudalismo corporativo governante.

Alguns anões queixam-se dos banqueiros, evitando a todo o custo lembrar-se de quem esteve ao balcão, que foram eles, os zelosos bancários. Num mundo que se vira assim do avesso, quando o chão se revolve em tectónicos sobressaltos, nem o melhor garçon se equilibra – concluem. Pois afinal tão ladrão é o que fica à espreita como aquele que vai à vinha, ou será ao “contrário”? O ridículo das personagens torna-se amiúde soez, o que prova que até para a indignidade humana existe uma Estética. Insistem que são os sapatos que fazem o bailarino. Que a economia não avança por falta de produtividade. Mas avança para onde? – pergunta o velho teólogo enquanto a câmara roda noutro plano mostrando as pernas das bailarinas. «O que andam a fazer, senão mal uns aos outros e à sociedade, tantos “empregados” diligentes da nossa sociedade?» – ouve-se longitudinalmente sob o furor ascendente da claque. Noutro canal, um pensador debita: «O segredo da boa economia passou sempre ao longo da história por duas coisas elementares: produzir, individualmente ou no seio familiar, qualquer coisa de útil para a comunidade, e poder aceder livremente a um espaço público de trocas de bens e serviços diferenciados: o “mercado”, no seu verdadeiro e original sentido.». Ninguém presta atenção. O falo da turba atinge o pico do golo, e o sémen da paz tomba sobre ela efémero mas eficaz. Acolá, uma jovem obesa rejubila por cima de uma balança. «Que horror não serem obrigados a ver-nos! Não saberem quem somos quando inquiridos na sondagem... isso não devia acontecer!» – diz um anão professor de Leis. Mas acontece. «Acontece que as sociedades modernas mutilaram essa complexa simplicidade, transferindo para a corporação o locus da produção e para o Estado a regulação de toda a actividade económica. Entre a base produtiva e o consumidor final de bens e serviços montou-se uma vastíssima rede de interesses e relações intermediárias que hoje proíbem a livre troca de bens e serviços. Ou restringem-na a tal ponto que tornam absolutamente vulnerável e insegura a existência humana. Eis o nó górdio da questão!» – diz o ancião diante da folha do mar que descai. «À actividade dessa rede que essencialmente nada produz, e onde proliferam agiotas e especuladores, deu-se o nome de “gestão”, algo digno de gentios, não de aristocratas de pensamento ou de gente culta e civilizada. A “gestão moderna” criou e mantém entre aqueles que produzem e aqueles que consomem um sentimento de ansiedade permanente, uma ansiedade que coloca o homem permanentemente ao nível da besta, quando não da ratazana de esgoto esfaimada e insaciável. Ela transformou em selva o jardim do homem civilizado. Fê-lo em nome da “civilização”, herdando do colonialismo a ideia perversa de que o ser diferente, ou desconhecido, é por defeito o incivilizado ou selvagem. Civilizado porém é o homem que é senhor de si mesmo e do seu tempo; é aquele que produz criativamente. O homo laborans ou seja, o empregado, representa o homem na sua condiçãomais degradante e indigna, no seu estado puramente contingente e instrumental: representa o homem que não é reconhecido pelos outros homens como um fim em si mesmo. Há por vezes mais humanidade num sem-abrigo do que num empregado diligente que, tal como os ratos, sempre proliferam na insalubridade. Se nas crises se procura atenuar a responsabilidade social pelo desemprego, também se devia nas crises e fora delas acabar com esse reconhecimento absurdo pelo “mérito social” de “dar emprego” e “ter muitos empregados”. O trabalho humano civilizado não devia ser tripalium, sede de medos e sevícias. Devia ser antes “desemprego criativo”, para mais em sociedades avançadas tecnologicamente onde é cada vez mais evidente a dispensabilidade do trabalho humano. E de que viverá o “desempregado criativo”, poderão perguntar os anões políticos e os seus eficientes “empregadores”? Ora bem: viverá daquilo que sempre viveu o homem civilizado ou seja, da sua arte e do seu génio, da sua livre participação na economia ou seja, no antigo e original mercado de trocas de bens e serviços; viverá dos dividendos da livre expressão e da plena participação na vida política enquanto cidadão e igual, usufruindo para tal dos espaços de liberdade e justiça criados e mantidos pelas sociedades avançadas para o efeito.

Valdemar J. Rodrigues

In: Textos Vadios, pp. 24-26. Sintra: Ed. Autor,, 2012

Leituras do tempo DCCXLVII - E...suddenly... a Guiné-Bissau ascende ao topo...

 ... das nações (!) psico-sexo-desenvolvidas (!!)... mostrando como o salto quântico trumpiano é possível... passar do nada a tudo ... com a tremenda força do nervo "inteletual"... do "bem" scientificamente "bom"... pobres bijagós que certamente nada sabem destes "avanços" das sciências naturo-sociaes (!)... (eu sei que a propaganda faz isto para nos desgastar... mas vai chegando a hora de a mandar à merda... a hora de não a ver nem ouvir que a fará colapsar.... e já parece faltar muito pouco....)...

quinta-feira, 15 de maio de 2025

Perguntas repelentes LI - Ainda há mesmo quem engula...

 ... tretas destas? E destas e...

Sínteses VIII - O "inteletual"... habitual...

 ... o  "inteletual" de gema... o "vulto"... que come pouco e come mal... dado a êxtases do foro psico-sentimental-social... a esperanças vãs na obra espiritual... tal e qual... criatura occipital... lambendo o lobo frontal... com medo do soco oficial... ávido da migalha sexual... na escola e no jornal... no hospital e no altar... do sistema judicial... coisa que lambe os testículos ao macho alfa conquistador... predador... para o bem e para o mal... quase-herói nacional...  e rasteja... rasteja... rasteja... e dilacera... dilacera... dilacera... o que é simplesmente... tal como é.,.. para que talvez possa ser outra coisa... morra o "inteletual"... habitual... oficial... tradicional... morra! Pim! Vota Joana Amaral!

quarta-feira, 7 de maio de 2025

Leituras do tempo DCCXLVI - O Luís Vidigal... que se auto-intitula "especialista em governação eletrónica"...

... fala-nos hoje dos perigos «da concentração sem escrutínio»... do tecno-info-poder digital... capaz de controlar os "corpos e mentes " das massas sujeitas passivas (!)...  e diz ele de que (!) o maior perigo não é a existência das tecnologias que permitem fazer tal controlo mas sim... «o vazio político.»... que para ele se resume a «um quadro legal, ético e democrático capaz de lhes impor limites.» Ora... eu diria de que (!) esse vazio significa algo mais básico: é que não há políticos... ou... se os há... não se vêem... é como se estivessem abrigados dos tecno-info-banco-perigos junto ao quadro "elétrico"... capaz de os fazer desaparecer... com um simples clique-"apagão"...

... não haver políticos significa... (parafraseando o bardo de Águeda)...  não haver «alguém que resista»... «alguém que diga Não!»... à recolha massiva de dados pessoais e biométricos...  e ao info-negócio associado... que vem de há décadas mas só há "poucochinho"... se panunicornizou (!)... muito graças decerto sem dúvida (!) às uébes samites e às comunicações nelas feitas ao mundo pelos mais destacados "eletro"-governantes..     Ora... se se deixa que isso aconteça à luz do dia e «sem escrutínio»... como diz o Luís... só pode ser porque ou não há políticos ou os políticos que há andam escondidos... a tratar de "eleger" aqueles que... depois de analisados pessoal, cerebral e biometricamente... se fazem passar por políticos... e que as tecno-info-banco-máquinas da propaganda... que os cobardes escondidos controlam...  tratarão de apresentar às massas (sujeitas passivas) como políticos e candidatos a políticos ... ou seja... gente sob apertada tecno-banco-info-vigilância... que vai fazer o que é necessário fazer... ou seja... pouco, nada ou geralmente muito pior que isso...

... e o Luís... que não é nenhum aprendiz... e anda certamente à procura da fórmula (mágica?) para a boa governação "eletrónica" das massas... (sujeitas passivas)... só se espalha completamente ao comprido (!) quando vem com a lenga-lenga pseudo-inclusiva do "nózes" isto... "nózes" aquilo... diz ele assim e eu comento...

 «Já falhámos com os dados pessoais e já chegámos tarde às redes sociais.» - Falhou quem? Chegou tarde quem? Ele? Os amigos dele? Quem não o contratou para assessor de governação "eletrónica"?

Leituras do tempo DCCXLV - O Matuto e a mudança...

«[...] Por estes dias, os políticos andam por aí aos magotes apelando à mudança. Não há político que não grite (e como gritam) pela “mudança”. Esta insistência na “mudança” é uma maçada – pondera o Matuto. É um vírus, um vício sem cura. Coisa irritante. Duma grande falta de chá. O Matuto prefere o agasalho das rotinas e das ideias conservadoras, mesmo que ligeiramente puídas. [...]»

quarta-feira, 30 de abril de 2025

Perguntas repelentes XLIX - Se é um "fato" que o "eletro "-apagão de ontem...

 ... causou prejuízo a milhões de sujeitos passivos... prejuízo de €-centenas de milhão estimo eu de que (!)... então como culpá-los pelo ocorrido... e não às mega-empresas que prestam o serviço e lucram anualmente €-biliões com o "eletro "-negócio? Três hipóteses para acelerar o estudo "minucioso" e "independente" da EUpa sobre as causas do apagão...  

1. Um "algoiritmo" terrorista superinteligente de origem Russa... tão superinteligente que conseguiu até enganar as autoridades espanholas energéticas e contra-ciber-terroristas;

 2. Evento climatérico extremo (!) extremamente raríssimo (!!) devido ao esquentamento global antropogénico;

 3. Coisa do Diabo.

sábado, 26 de abril de 2025

Perguntas repelentes XLVIII - Porque é que os canais da propaganda... aka "comunicação social" ou "infoxicação social"... mais melhor precisamente (!)...

 ... não deram qualquer visibilidade aos líderes religiosos e delegações das várias religiões históricas que estiveram presentes nas cerimonias fúnebres realizadas em Roma ao Papa Francisco? Será que entrevistaram algum deles para sabermos o que pensa do homem e da sua obra?  E porque será que os canais da propaganda quando algum desses líderes morre - e foram vários os que morreram só na ultima década - em regra se marimba para o assunto e nada nos diz sobre o seu trabalho social, pela paz, etc.?

sexta-feira, 25 de abril de 2025

Leituras do tempo DCCXLI - As coisas que o Tiago Moreira de Sá diz...

 ... oh minha Nossa Senhora dos desvalidos...  são absolutamente inacreditáveis... um dilacerante exercício de contorcionismo... psicadélico... ele... educadíssimo... por um lado a comparar-se aos revolucionários italianos... do "povo"... aqueles do Gattopardo do Tomás de Lampedusa... Dio mio... e por outro a chamar aristocratas... Dio mio.... a quem?... aos amigos e/ou ex-amigos dele certamente... pois só pode ser... Dio mio... como se não tivesse aprendido a sentar-se à mesa dos "barões"... a usar o lencinho para limpar o suor da testa... e o leque para arejar a moleirinha... ah Dio mio... só não vê quem não viu já...  votar no Chega... (o Tiago diz a verdade mentindo)... é votar para mudar quase tudo... mas de maneira a que quase tudo fique na mesma... ou desejavelmente um "poucochinho" bué muito (!) pior...  o "deus, pátria e família" e o respeitinho (que é muito lindo) finalmente de novo outra vez (!) de volta ao nosso querido jardinzinho... à beira-mar plantado... (quem não se "aristocratizou"/safou... que se "aristocratizasse"/safasse... afinal não faltaram oportunidades para isso)... etc. .. a não solução é "oviamente" votar Chega ou votar "união nacional" do centrão...  e quanto à solução... a verdade  é que não sabemos...  eu cá por mim... se votar... vou votar mas é no Pinheiro de Azeve... perdão... na Joana Amaral Dias...

terça-feira, 15 de abril de 2025

Sínteses V - As coisas não são assim... nem bem assim...

 ... são antes assado... por vezes cozido frito grelhado ou estufado... porém "jamé" assim... ou bem assim... segundo as autoridades... "reconhecidas"...

Sínteses IV - «Ou a "união nacional" PS+PSD, ou melhor, PS+AD-PPM (!), ou o Kaos»... as coisas "facinantes" que a gente "aprendemos" (!)... nas reveladoras horas...

... da queda das máscaras... que o tempo gastou e tornou inúteis...   ah... de que adianta agora perguntar: Poque não no-las ensinaram antes? Ora... talvez para que mais tarde ninguém ouse esquecê-las... mais tarde de aqui a nada... de aqui a um ano ou dois no máximo... hão-de lembrar-nos desta "era dourada" de agora... a "e-cunumia" verde pujante... o colossal fomento digital-PRR e Portugal 2030... chovendo... e o deserto que só não florescia por culpa dos "maus"... que no caso da unidade de exploração portugaliae eram já mais de metade... quase 2/3  se juntarmos aos que "votam mal" os que não votam no centrão... que é onde cresce a virtude (!)...  (como se tem visto a olhos vistos...) e os que não votam em coisa nenhuma... 

... coisas como... 

«Precisamos de cabeça fria e nervos de aço, para não corrermos atrás dos estranhos acontecimentos que povoam o mundo…» - desde quando deixámos de precisar?

«O caos instalado está a prejudicar todos (tem a certeza? os "maus também?") e corresponde a uma pulsão suicida, que se assemelha à parábola dos cegos no precipício.»  (em que ciência da psique se baseia para dizer isto?)

«Não podemos dar-nos ao luxo de continuar a debater o sexo dos anjos.» - vale como confissão?

«Num tempo em que se tornou moda não ouvir a ciência e a sabedoria, devemos desconfiar das frases bombásticas e das simplificações grotescas.» - não será bombástica a frase inicial? E grotesca (nesta altura do campeonato) a simplificação "nós, portugueses"? 

«Os maiores economistas do último século e meio – Knut Wicksell e John Maynard Keynes – [...]» - sabia disto? Será esta a opinião consensual da ciência? Então e o Milton? Já para não dizer o Hayek ou o Schumpeter... será porque Wicksell era malthusiano?

A síntese é: Ou a "união nacional" PS+AD-PPM (!)... (de "fato" e também "de jure")...  ou o Kaos... (sim... visite o link para recordar coisas de outros tempos gloriosos (!) que a propaganda já lhe esqueceu)... e rápido... que as "confirmações" são já para o mês que vem...

E para descomprimir... porque o texto de Oliveira Martins sinto que me esmaga e sufoca... proponho a leitura deste O novo clero laico: a elite cultural e mediática, de João Maurício Brás, que me parece muito arejado e refrescante...

sábado, 12 de abril de 2025

Sínteses III - Ciência não é opinião...

.... mesmo quando é opinião (!!!)... de especialistas... "reconhecidos"... e não é porque às vezes não seja...  mas sim porque não pode ser... e o que não pode ser... tal como o que tem de ser... tem bué muita imensa (!) força... 

segunda-feira, 7 de abril de 2025

Perguntas repelentes XLVII - Estava tudo tão certinho e a correr tão bem...

 ... não era?... aquele futuro digital-descarbonizado que aí vinha... mesmo mesmo mesmo ali ao virar da esquina... o povo feliz com lágrimas (!) rejubilando com a paz o pão a saúde a habitação a educação... faltava só impedi-lo de poluir e fazer maldades... de usar dinheiro físico... de mentir contar piadas e fazer o que quer que fosse que a big data não soubesse... e a IA não autorizasse...  não era?... e eis de que (!) vem agora o monstro das bolachas e come tudo não foi?... e o futuro digital-descarbonizado avizinha-se negro... o povo impedido de consumir/poluir e fazer maldades... incapaz de usar dinheiro físico... não é?... impossibilitado de mentir contar piadas e fazer o que quer que seja que a big data não saiba... e a IA não autorize... um horror... e quem teve culpa?... o povo ora aí está!... que se viciou em democracia e liberdade (!!)... não foi?... que se habituou a viver à luxo como soberano (!)... a ser ele a fazer as escolhas e a decidir sobre o seu destino "coletivo"...  (!!!)... não será?